Sábado, 25 de Maio

Últ. atualização08:22:21 PM

Você está lendo: Editorias Internacional

Internacional

Turista brasileira morre em queda de balão na Turquia

email

Uma turista brasileira morreu hoje (20) em um acidente envolvendo dois balões de ar quente na Capadócia (Turquia). Um deles se chocou com o cesto do outro balão e caiu quando sobrevoava as formações rochosas na região. O acidente ocorreu por volta das 6h (horário local).

A informação foi confirmada pelo conselheiro Antonio Carlos Antunes Santos, da Embaixada do Brasil em Ancara, capital da Turquia. Segundo ele, as autoridades turcas investigam a possibilidade da morte de mais uma brasileira.

O conselheiro informou que 23 passageiros, de várias nacionalidades, estavam a bordo dos dois balões. Entre eles, seis brasileiros foram hospitalizados, sendo que alguns passam por cirurgias e um recebeu alta.

“Os números ainda podem mudar. Estamos enviando uma equipe da embaixada para o local do acidente, que fica a cerca de 300 quilômetros [da capital]”, disse Santos, por telefone, à Agência Brasil.

O balonismo é uma atividade com popularidade crescente na Turquia, especialmente na região da Capadócia. O acidente desta segunda-feira ocorreu cerca de três meses depois de um balão de ar quente ter explodido em Luxor, no Egito, matando 19 pessoas.

Brasil discute na ONU Plano Global contra o Tráfico de Pessoas

email

A Assembléia Geral da ONU, que ocorre ontem (13) e amanhã em Nova Iorque, promove encontro de autoridades para avaliação do Plano Global de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. A reunião é uma oportunidade única de avaliar as conquistas, lacunas e desafios do plano mundial de ação da ONU  aprovado em 2010 e outros instrumentos congêneres como a Convenção de Palermo, de 2001. O objetivo global é extinguir toda e qualquer modalidade de trafico de pessoas com ações efetivas e sustentáveis.

 

O primeiro dia da reunião é dedicado às manifestações dos representantes de todos os países presentes na sessão plenária, seguida de dois painéis. O primeiro painel serve para debater instrumentos globais e parcerias para a proteção e assistências às vítimas e o segundo para o compartilhamento de boas práticas e lições para a prevenção e persecução penal na implementação do Plano de Ação Global.

 

A maioria dos  22 países que já se manifestaram  durante o primeiro dia da reunião plenária tem dado ênfase à vulnerabilidade das mulheres e crianças e aos fatores sociais, culturais e econômicos que dão forma à esta exploração das pessoas no mundo contemporâneo. Outro ponto dos países participantes é a de que a discussão de ações concretas para repressão, prevenção e atenção às vítimas exige cada vez mais uma coordenação bilateral, regional e global.

 

A abertura da reunião plenária foi feita pelo Secretario Geral da ONU, Ban Ki Moon, pela embaixadora da ONU para o tema, Mira Sorvino, e pelo diretor executivo do UNODC, Yury Fedotov. A missão brasileira é chefiada pelo secretário Nacional de Justiça do Ministério da Justiça, Paulo Abrão. É composta ainda pela diretora do Departamento de Justiça, Fernanda dos Anjos, pela embaixadora Regina Dunlop, da representação permanente do Brasil na ONU e pelo diplomata Carlos Pérez enviado pelo Ministério das Relações Exteriores. A delegação brasileira conta também com um representante da sociedade, Jaqueline Leite do Centro Humanitário de Apoio à Mulher.

 

O Brasil defendeu a tese que uma estratégia adequada e eficaz para fazer frente ao tráfico de pessoas deve assegurar o respeito aos direitos humanos. O secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, assinalou o compromisso do Brasil com distintos segmentos sociais: "Nossa perspectiva implica na necessidade de se aumentar a proteção oferecida aos estrangeiros indocumentados e a outros grupos vulneráveis especialmente a comunidade LGBT e às mulheres que são as vítimas e estão sob condição de desigualdade e de discriminação mais forte".

 

O Brasil aproveitou a ocasião e anunciou a todos o lançamento da Campanhã Coração Azul - Brasil,  ocorrido na última quinta feira em Brasília pelo ministro da Justiça José Eduardo Cardozo em parceria com Secretaria de Direitos Humanos e a Secretaria de Políticas para Mulheres. O lema da campanha brasileira é: "Liberdade não se compra. Dignidade não se vende. Denuncie o tráfico de pessoas" e conta com a cantora Ivete Sangalo como embaixadora.

Brasil e Bolívia preparam ações para combate ao crime organizado

email
Integrantes dos governos do Brasil e da Bolívia se reúnem amanhã (15) e quinta-feira (16) em Santa Cruz (território boliviano), para adotar medidas contra o crime organizado. A região fronteiriça tem 3.423 quilômetros de extensão. Os dois países pretendem desenvolver ações contra o narcotráfico, a lavagem de dinheiro, o tráfico de pessoas, o fluxo migratório e o controle de pessoas e armas na fronteira.
As autoridades também deverão incluir propostas relativas aos roubo de veículos, aviões e meios de transporte em geral. As ações serão coordenadas pelos governos da Bolívia e do Brasil. Representantes dos governos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia também serão chamados.
Participarão das reuniões os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo (Brasil), e do governo, Carlos Romero (Bolívia), da Defesa Social e Substâncias Controladas, Felipe Cáceres (Bolívia), assim como assessores dos dois países.
Estarão presentes a secretária nacional de Segurança Pública Regina Miki (Brasil), o secretário nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Vitore André Zilio Maximiano (Brasil), o chefe do setor de Defesa e Luta contra o Tráfico e Delitos, Ruis Vasconcellos (Bolívia), além dos chefes da Polícia Federal.
Também deverão participar o diretor da Força Especial da Luta contra o Narcotráfico, Gonzalo Quezada (Bolívia), o coordenador-geral do Conselho Nacional de Luta contra o Tráfico Ilícito de Drogas, Sabino Mendoza, e assessores.
Integrantes dos governos do Brasil e da Bolívia se reúnem amanhã (15) e quinta-feira (16) em Santa Cruz (território boliviano), para adotar medidas contra o crime organizado. A região fronteiriça tem 3.423 quilômetros de extensão. Os dois países pretendem desenvolver ações contra o narcotráfico, a lavagem de dinheiro, o tráfico de pessoas, o fluxo migratório e o controle de pessoas e armas na fronteira.
As autoridades também deverão incluir propostas relativas aos roubo de veículos, aviões e meios de transporte em geral. As ações serão coordenadas pelos governos da Bolívia e do Brasil. Representantes dos governos de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia também serão chamados.
Participarão das reuniões os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo (Brasil), e do governo, Carlos Romero (Bolívia), da Defesa Social e Substâncias Controladas, Felipe Cáceres (Bolívia), assim como assessores dos dois países.
Estarão presentes a secretária nacional de Segurança Pública Regina Miki (Brasil), o secretário nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Vitore André Zilio Maximiano (Brasil), o chefe do setor de Defesa e Luta contra o Tráfico e Delitos, Ruis Vasconcellos (Bolívia), além dos chefes da Polícia Federal.
Também deverão participar o diretor da Força Especial da Luta contra o Narcotráfico, Gonzalo Quezada (Bolívia), o coordenador-geral do Conselho Nacional de Luta contra o Tráfico Ilícito de Drogas, Sabino Mendoza, e assessores.

Página 1 de 38