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Aécio assume presidência do PSDB Nacional com fortes críticas ao governo,

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Com 521 votos, de 535 delegados presentes, o senador Aécio Neves (MG) assumiu na tarde de ontem, sabado (18), a presidência do PSDB Nacional. A eleição ocorreu durante Convenção Nacional, em Brasília (DF). Aécio, que já assume como o nome tucano para disputar a presidência da República em 2014, teceu fortes críticas ao governo federal.

 

Ele também destacou a unidade da oposição, que contou com os presidentes nacionais do PPS, Roberto Freire, e do DEM, José Agripino. O PSDB também demonstrou unidade, com o comparecimento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e de José Serra.

 

Além de unidade, Aécio foi anunciado o novo presidente com a participação maciça de filiados de todo o País, que afluíram a Brasília especialmente para o evento. De Mato Grosso do Sul, vieram três ônibus, mais de 180 pessoas, dentre as quais, o presidente do PSDB de MS, o deputado estadual Marcio Monteiro.

 

Monteiro disse que o PSDB sul-mato-grossense está fechado com Aécio. Ele destacou também a força da caravana do Estado. Vieram ainda a Brasília o senador Ruben Figueiró, os deputados estaduais tucanos Dione Hashioka e Onevan de Matos, dentre outras autoridades.

 

Críticas – Segundo Aécio, a opção do governo petista de comemorar os dez anos no governo tem o intuito de esconder o desempenho pífio dos dois primeiros anos da atual gestão petista. “Nos anos do presidente Lula, eles ainda foram beneficiados pela herança do governo Fernando Henrique Cardoso”, justificcou Aécio.

 

Para o senador, se o governo fosse comemorar apenas os dois anos da atual gestão, comemorariam três marcas: “um 'PIBinho' ridículo”, “a inflação saindo de controle” e “obras de infraestrutura estagnadas”.

 

“O PSDB deve, no momento certo, em 2014, apresentar um projeto alternativo a esse que está aí”, disse ainda Aécio.

Delcidio diz que MP dos Portos elimina gargalo da logística

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O senador Delcídio do Amaral(PT/MS) avalia como “bastante positiva” a aprovação na noite de quinta-feira, pelo Senado,  da Medida Provisória dos Portos. Para o parlamentar, a MP contribui para acabar com “o gargalo da logística”, um dos principais entraves ao desenvolvimento do país.

“Fizemos um debate profícuo, no qual  governo e oposição colocaram suas posições, os prós e contras do projeto , que é vital para a modernização dos portos. O relator, senador Eduardo Braga (PMDB/AM),  fez um excelente trabalho, às vezes até mal compreendido, mas que chegou a um texto possível e, sem dúvida nenhuma, muito importante para o país, porque ele permite integrar os portos aos demais modais de transporte : aeroportuário, rodoviário e o ferroviário. Com as novas regras criadas pela nova Lei vai ser possível atrair o empresariado, criando parcerias público-privadas para eliminar o maior gargalo do Brasil que é o gargalo logístico, que tira a nossa competitividade e, acima de tudo, prejudica a eficiência da nossa produção”, avalia Delcídio.

As primeiras licitações com base na nova Lei dos Portos devem ser realizadas entre agosto e setembro. Serão 159 áreas nos portos públicos. O texto prevê que os contratos de concessão assinados antes de 1993 poderão ser renovados por até dez anos. Já os que foram assinados depois de 1993 só serão renovados antecipadamente mediante o compromisso de novos investimentos.

 

Os contratos futuros terão prazo de até 25 anos, podendo ser prorrogados por igual período. Nos terminais privados, a contratação de trabalhadores poderá ser feita pela CLT, sem a intermediação do órgão gestor de mão de obra, ligado aos portuários. Os terminais privados poderão movimentar livremente cargas de terceiros, o que abre a possibilidade de concorrência. A autorização de novos terminais privados será feita por chamada pública, e não licitação. As novas concessões dos portos públicos serão feitas pela menor tarifa, e não mais pelo maior preço pago pela outorga.

 

Assim que a Medida Provisória  chegar  ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Roussef terá um prazo de 15 dias úteis para a sanção e posterior publicação no Diário Oficial da União.

Delcidio diz que MP dos Portos elimina gargalo da logística

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O senador Delcídio do Amaral(PT/MS) avalia como “bastante positiva” a aprovação na noite de quinta-feira, pelo Senado,  da Medida Provisória dos Portos. Para o parlamentar, a MP contribui para acabar com “o gargalo da logística”, um dos principais entraves ao desenvolvimento do país.

“Fizemos um debate profícuo, no qual  governo e oposição colocaram suas posições, os prós e contras do projeto , que é vital para a modernização dos portos. O relator, senador Eduardo Braga (PMDB/AM),  fez um excelente trabalho, às vezes até mal compreendido, mas que chegou a um texto possível e, sem dúvida nenhuma, muito importante para o país, porque ele permite integrar os portos aos demais modais de transporte : aeroportuário, rodoviário e o ferroviário. Com as novas regras criadas pela nova Lei vai ser possível atrair o empresariado, criando parcerias público-privadas para eliminar o maior gargalo do Brasil que é o gargalo logístico, que tira a nossa competitividade e, acima de tudo, prejudica a eficiência da nossa produção”, avalia Delcídio.

As primeiras licitações com base na nova Lei dos Portos devem ser realizadas entre agosto e setembro. Serão 159 áreas nos portos públicos. O texto prevê que os contratos de concessão assinados antes de 1993 poderão ser renovados por até dez anos. Já os que foram assinados depois de 1993 só serão renovados antecipadamente mediante o compromisso de novos investimentos.

 

Os contratos futuros terão prazo de até 25 anos, podendo ser prorrogados por igual período. Nos terminais privados, a contratação de trabalhadores poderá ser feita pela CLT, sem a intermediação do órgão gestor de mão de obra, ligado aos portuários. Os terminais privados poderão movimentar livremente cargas de terceiros, o que abre a possibilidade de concorrência. A autorização de novos terminais privados será feita por chamada pública, e não licitação. As novas concessões dos portos públicos serão feitas pela menor tarifa, e não mais pelo maior preço pago pela outorga.

 

Assim que a Medida Provisória  chegar  ao Palácio do Planalto, a presidente Dilma Roussef terá um prazo de 15 dias úteis para a sanção e posterior publicação no Diário Oficial da União.

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