Dor, travamento do joelho e estalos são alguns dos sintomas
Os meniscos são estruturas fibrocartilaginosas em formato de meia lua, de consistência semelhante à de uma borracha, que ficam no interior dos joelhos. Em cada joelho, existem dois meniscos, o medial (do lado interno do joelho) e o lateral (do lado externo do joelho). A principal função deles é a de distribuir a carga que passa no joelho para ajudar a diminuir a pressão sobre a cartilagem articular que recobre os ossos no joelho. Simplificando, os meniscos funcionam como “amortecedores”, protegendo a cartilagem articular dos joelho. Uma lesão nos meniscos prejudica essa proteção e expõe a cartilagem ao desgaste, facilitando o processo de artrose na articulação.
Existem dois grupos principais de pacientes que são mais propensos às lesões meniscais: os jovens, praticantes de esporte, e os acima dos 50 anos. “Nos jovens, as lesões são relacionadas a eventos traumáticos, como entorses ou outros movimentos bruscos e não habituais do joelho. Já no caso dos pacientes mais velhos, as lesões de menisco são degenerativas, causadas pelo desgaste natural e perda das propriedades elásticas dos meniscos”, esclarece Dr. Paulo Henrique Araujo (CRM-DF 13519), ortopedista e cirurgião graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, com especialização em Traumatologia ortopédica e cirurgia do joelho e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Joelho (SBCJ), da Sociedade Brasileira de Trauma Ortopédico (SBTO), da Sociedade Latinoamericana de Artroscopia de Joelho e Trauma Desportivo (SLARD) e da Sociedade Internacional de Artroscopia, Cirurgia de Joelho e Medicina Esportiva Ortopédica (ISAKOS)
“Os principais sintomas deste tipo de problema ortopédico são dor, normalmente localizada nas laterais do joelho (interna ou externa, dependendo do menisco lesionado), e bloqueios do joelho. Este último sintoma é causado pelo deslocamento do menisco de um lado para outro, o que gera estalos e travamento em certas posições”, revela..
O especialista explica ainda que, em pacientes acima dos 50 anos, a abordagem à lesão de menisco é, normalmente, conservadora, já que o sintoma principal é a dor, sem bloqueio do joelho. “São recomendados tratamentos sintomáticos, como medicações anti-inflamatórias, gelo e fisioterapia. Se essas medidas forem ineficazes, o tratamento cirúrgico por artroscopia, cirurgia minimamente invasiva com pequenas incisões de 1cm, deve ser considerado. Porém, se os sintomas forem mecânicos, ou seja, com travamento do joelho, a cirurgia é a melhor escolha para remover a região lesionada do menisco e os restos meniscais que podem estar soltos na região, provocando os bloqueios., Neste grupo de pacientes, a sutura do menisco, restauração do menisco por meio de pontos cirúrgicos, não tem sucesso devido às dificuldades de cicatrização”, esclarece o Dr. Paulo Araujo.
No caso dos pacientes jovens com lesões traumáticas e sintomáticas, principalmente travamentos, o tratamento mais indicado é o cirúrgico, por meio de uma artroscopia. Porém, neste caso, o objetivo é suturar a lesão, já que a chance de cicatrização é maior. “Entretanto, isso nem sempre é possível. Nestes casos, a remoção da região lesionada é a melhor escolha. A fisioterapia nos pacientes jovens é uma alternativa inicial viável nos casos isolados de dor, sem travamento”, finaliza.
Dr. Paulo Henrique Araujo (CRM-DF 13519) é cirurgião ortopedista graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, com especialização em trauma ortopédico e cirurgia de joelho. Nos últimos 2 anos, acumulou experiência internacional com estágio em traumatologia ortopédica no Hospital for Special Surgery, em Nova Iorque, sob supervisão do Dr. David Helfet. Também fez parte do Departamento de Ortopedia da Universidade de Pittsburgh – Pittsburgh/EUA, desenvolvendo pesquisas na área de joelho com o chefe da divisão de Medicina Esportiva, Dr. Christopher Harner, e com o Chefe do Departamento de Ortopedia, Dr. Freddie Fu, de quem se tornou assistente direto. Dr. Paulo é integrante das Sociedades Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), de Cirurgia de Joelho (SBCJ), de Trauma Ortopédico (SBTO), Sociedade Latinoamericana de Artroscopia de Joelho e Trauma Desportivo (SLARD) e International Society of Arthroscopy, Knee Surgery (ISAKOS). O especialista também participa como palestrante e instrutor em diversos congressos e cursos nacionais e internacionais na área de ortopedia, como AAOS meeting, fev/12 da American Academy of Orthopaedic Surgeons; ORS meeting, fev/12 da Orthopaedic Research Society; 13° Congresso Brasileiro de Cirurgia do Joelho 2010; 1a Jornada de Cirurgia do Joelho da Regional do Centro Oeste – 2009; 41° Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia 2009. Com uma intensa atuação acadêmica, Dr. Paulo Araujo possui vários trabalhos científicos publicados em jornais e revistas científicas do meio médico.




A marca americana de esmaltes OPI, conhecida com uma das queridinhas do publico feminino, finalmente chega ao Brasil. Para o lançamento, a marca traz uma gama de 32 cores, que vai desde os nudes e vermelhos tradicionais, aos roxos, verdes e azuis, e mais sete itens entre tratamento e finalização , como base fortalecedora, óleo secante e gel de hidratação para unhas e cutículas. Dentro do primeiro portfólio brasileiro, estão cores de coleções que fizeram grande sucesso nos Estados Unidos, como Piratas do Caribe, Texas e Swiss.
No primeiro ano, a marca estará presente em 300 pontos de vendas espalhados pelo Brasil, entre drogarias, a exemplo da Drogaria Iguatemi, perfumarias, como Fragrance e Faurè, e canais de venda on-line. Os esmaltes O.P.I serão distribuídos pela Passion Perfumes e Cosméticos e vendidos por R$ 35,00 para o consumidor final.
A marca americana O.P.I foi fundada em 1981 e uma das primeiras fabricantes de produtos para cuidados com as unhas, voltado ao mercado profissional. A marca tem excelência em qualidade, tecnologia e desenvolvimento. Atualmente é presidida por George Schaeffer e tem Suzi Weiss- Fischmann como diretora artística. Conhecida mundialmente por seu portfólio de esmaltes de mais de 200 cores modernas, estilosas e diferenciadas, por sua fórmula e acabamento impecáveis, e por desenvolver nomes curiosos e criativos para cada cor. A marca não faz testes em animais.
O estudo realizado pelo programa de mestrado da Universidade Unopar comprova a importância da caminhada para a manutenção do equilíbrio postural e a prevenção de quedas em idosos. A pesquisa foi desenvolvida dentro do programa de mestrado em reabilitação e faz parte do Projeto Estudo Epidemiológico sobre Longevidade em Londrina (EELO), que já existe na Unopar desde junho de 2009. O projeto foi desenvolvido pelo estudante Márcio Rogério de Oliveira, aluno do último ano do curso de Fisioterapia da Unopar, sob a orientação do professor Rubens Alexandre da Silva Junior, do programa de Mestrado da Universidade. 






